Tecnologia

Os segredos do Driving Simulator da Volvo Cars

O mundo virtual alia-se ao mundo real no simulador de condução da Volvo Cars, uma máquina que ajuda os engenheiros da marca a aperfeiçoar a forma como cada Volvo responde às solicitações do condutor.

Dan Stevens

O simulador de condução da Volvo Cars é uma máquina que ajuda as pessoas a melhorar a condução dos automóveis, cabendo-lhe um papel importante no desenvolvimento do novo Volvo XC60. A recriação perfeita ao milímetro de uma pista de testes ou troço de estrada favorito significa que os seus engenheiros podem testar novos modelos em dezenas de superfícies e percursos diferentes sem nunca abandonarem o edifício. E podem mudar o comportamento do automóvel recorrendo a um computador para alterar a suspensão, os pneus ou a direção, sem chegar a proceder a quaisquer alterações físicas dos componentes.

Quando a Volvo Cars iniciou o seu programa de testes no simulador, era apenas o terceiro fabricante no mundo a utilizar uma desta máquinas. Atualmente, continuam a ser poucos os que recorrem a esta tecnologia – um deles é o fabricante que acaba de testar o automóvel elétrico mais rápido do mundo. Cada equipamento destes é um simulador muito avançado e complexo, que pode ser programado de forma a reproduzir um troço de estrada em concreto ou uma pista de testes completa. Qualquer lomba, qualquer irregularidade na superfície da estrada – até ao último pormenor, com uma precisão de 0,2 mm.
 

O simulador de condução da Volvo Cars é uma máquina que ajuda as pessoas a melhorar a condução dos automóveis, cabendo-lhe um papel importante no desenvolvimento do novo Volvo XC60. A recriação perfeita ao milímetro de uma pista de testes ou troço de estrada favorito significa que os seus engenheiros podem testar novos modelos em dezenas de superfícies e percursos diferentes sem nunca abandonarem o edifício. E podem mudar o comportamento do automóvel recorrendo a um computador para alterar a suspensão, os pneus ou a direção, sem chegar a proceder a quaisquer alterações físicas dos componentes.

Quando a Volvo Cars iniciou o seu programa de testes no simulador, era apenas o terceiro fabricante no mundo a utilizar uma desta máquinas. Atualmente, continuam a ser poucos os que recorrem a esta tecnologia – um deles é o fabricante que acaba de testar o automóvel elétrico mais rápido do mundo. Cada equipamento destes é um simulador muito avançado e complexo, que pode ser programado de forma a reproduzir um troço de estrada em concreto ou uma pista de testes completa. Qualquer lomba, qualquer irregularidade na superfície da estrada – até ao último pormenor, com uma precisão de 0,2 mm.
 

“Permite-nos a todos falar a mesma língua e melhorar a comunicação”

STEFAN KARLSSON

DRIVING DYNAMICS ATTRIBUTE INTEGRATION LEADER

É isto que permite a Carl e aos seus colegas explorar pormenorizadamente a forma como um automóvel se comporta, move e opera e, fundamentalmente, como mudar esses pormenores para melhorar o seu comportamento.
 
Mas em que medida isto contribuiu para tornar os automóveis Volvo que conduz veículos melhores? A um nível puramente prático, reduz o tempo necessário para desenvolver um automóvel. À medida que os automóveis se tornam cada vez mais complexos, há que encontrar um equilíbrio entre a necessidade de construir um excelente automóvel e terminá-lo a tempo. É exatamente isto que o simulador faz, para que o veículo Volvo que comprar seja tão avançado quanto possível.  
“Significa que o grande número de pessoas envolvidas no desenvolvimento e na testagem de novos veículos Volvo podem trabalhar todos na mesma máquina.” 

Significa também que o grande número de pessoas envolvidas no desenvolvimento e na testagem de novos veículos podem trabalhar todos na mesma máquina. “Situa-se algures entre testes físicos, pilotos de testes e engenheiros no laboratório”, explica Carl. “Permite-nos a todos falar a mesma linguagem e melhorar a comunicação entre os nossos grupos.” Stefan Karlsson, Driving Dynamics Attribute Integration Leader da Volvo Cars, concorda. “Regra geral, teria pessoas com 20 anos de experiência na condução de automóveis e pessoas com 20 anos de experiência na utilização de modelos computorizados, e eles não se entendiam verdadeiramente”, afirma Stefan. “Agora é muito mais fácil, porque uma só equipa trabalha no simulador e conduz os automóveis.”

E ajuda a fazer com que os nossos automóveis se comportem de forma mais consistente, uma vez que os resultados podem ser replicados indefinidamente, facilitando muito a deteção e resolução de problemas. “É possível aprofundar, retroceder e repetir tudo“, explica Stefan. “Basta recuar cinco segundos para voltar a circular no mesmo troço de estrada. Isto vem colmatar o fosso entre testes objetivos e subjetivos.” 

“Um simulador computorizado mostra um conjunto de resultados de cada vez”, explica Carl. “Com esta máquina é necessário considerar tudo o que esteja relacionado com o automóvel – não há outra alternativa que não sentir tudo ao mesmo tempo.”

É a forma como o simulador conjuga tudo e o torna acessível a todos os que colaboram num determinado projeto que faz a diferença. E, consequentemente, ajuda a fazer com que a nova geração de automóveis Volvo encontre aquele difícil equilíbrio entre conforto e comportamento.